eu sumi , é eu sei '-'
mas voltei aqui hm [ignorando o óbvio...]
o post abaixo (literalmente, um beijo e uma mordida), ganhou continuação \õ
mas ainda não vou postar u.u
postarei com comentários, sei que é pedir demais, mas eu gostaria de saber se tem alguém que lê e tals.
maaaaaaaaaaaas vou deixar um pedacinho de uma fic nova, talvez pra vocês.
beijos ;*
[a autora ]
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Prólogo
O vento balançava os galhos das árvores e deixava a noite mais sombria. Mesmo em janeiro, a temperatura estava baixa na pequena cidade do sul dos Estados Unidos. A lua estava cheia e sombria, uma combinação que Mary achou sexy. Ela afastou os cabelos escuros do rosto – algumas mechas estavam coladas no brilho labial – e colocou-os atrás da orelha.
– Está uma noite bonita. – ela falou, suspirando. – Isso você tem que admitir, Cal.
– Sinistra. – corrigiu o garoto de cabelos cacheados e escuros. Mary nunca admitiu o quanto ela gostava daqueles cachos. Combinados com os olhos incrivelmente azuis, os cabelos negros de Caleb o deixavam com um visual sexy de bad boy. – A noite está sinistra e parece mais perigosa.
– Isso é porque estamos em um cemitério. – observou Dan, com um sorriso sarcástico no rosto. – E, não sei se vocês dois sabem, pombinhos, mas cemitérios geralmente são sombrios e perigosos.
– Nós não somos um casal. – Mary revirou os olhos, colocando as mãos na cintura. Ela tinha certeza de que isso não mostraria o quanto ela desejasse que Cal e ela fossem, de fato, um casal.
Mas ele só quer saber da Brid ela suspirou, mentalmente. Caleb era apaixonado por Bridgette desde os nove anos, quando ele se mudou para o bairro das duas. Ironicamente, Mary e Bridgette eram melhores amigas desde sempre – e isso só fazia com que Mary lamentasse cada vez mais o triângulo que se formara entre eles.
Ou deveria estar formado, se Bridgette pelo menos notasse os sentimentos do melhor amigo – porque para ela, Cal era apenas isso: um amigo.
– Que seja. – Dan pegou a garrafa de bebida alcoólica que eles trouxeram e bebeu alguns goles. – Vocês vão se agarrar logo ou vão ficar aí observando a lua e toda essa babaquice de apaixonados? Porque é isso que parece que vocês são!
– Vê se eu estou na esquina, Dan. – Cal se afastou dos dois amigos e se recostou numa das árvores mais próximas.
– A menos, é claro, que vocês queiram fazer companhia à nossa amiga esquisita. – ele apontou a garrafa para Bridgette, mais ao fundo, que estava parada diante de um túmulo. – Ela costumava ser mais divertida, então porque não a deixamos aqui e vamos para outro lugar, hein? O que me diz, Mary? Só nós dois, huh?
– Você é um idiota, Dan, um completo idiota!
Mary esbarrou propositalmente no ombro de Dan ao passar por ele, indo de encontro à amiga. Se ao menos ela esquecesse o passado e desse uma chance para outro cara... – Mary não quis pensar em Cal e Bridgette juntos.
– Brid? – ela chamou, passando o braço pelos ombros da amiga. – Brid, você está bem?
– É, estou. – suspirou a garota de cabelos dourados. Mary nunca admitira, mas sempre tivera certa inveja daqueles cabelos. Sem falar nos incríveis olhos verde-jade. Mas Bridgette nunca ligara para isso, é claro.
– Você parece meio...
– Nostálgica? – ela soltou um riso sem humor. – Porque é assim que me sinto. Nostálgica e dramática, como sempre. – ela mordeu o lábio.
– Devia superar isso. Você sabe disso, não é?
– Saber simplesmente não basta. Não depois de tudo que passamos.
– Que legal! – gritou Dan. Mary se virou e percebeu a proximidade dele. – Parece que finalmente vamos saber o que aconteceu que atormenta tanto essa menina bonita, não é? – ele segurou o rosto de Bridgette e piscou, soltando-o logo em seguida. – Então, vamos lá, conte-nos, garota!
– Não precisa contar se não quiser. – garantiu Cal, aproximando-se de Brid e envolvendo seu corpo magro com os braços. – Tudo bem?
– Não, eu posso contar. Sem problemas. – ela suspirou, se desvencilhando do abraço dos amigos. – Obrigada mesmo assim, Cal.
– Certo. Vamos logo, conte-nos tudo, garota.
Bridgette olhou mais uma vez para o túmulo, olhando a foto do menino de cabelos claros e sorriso de covinhas – um sorriso que parecia ser diretamente para ela, como se dissesse vamos lá, conte à eles! –, sentindo o coração desabar mais uma vez. Ela leu o nome na lápide – Nicholas Cole – e virou-se para os amigos, pronta para contar a história que mudara sua vida para sempre.
– Tudo começou há seis meses...
[a espera de comentários hm, com coments, posto mais *u*]
thanks, XOXO
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