segunda-feira, 30 de maio de 2011

Literalmente, um beijo e uma mordida

(NOTA DA AUTORA: eu ouvia YOU FOUND ME , do The Fray, enquanto inspirava, aconselho a ler também se quiserem)

Cam estava no meio da multidão, escondido, tentando se adaptar. As pessoas o ignoravam, mas isso quase sempre acontecia. Ele caminhou até a fila do pastel, faminto, com as mãos nos bolsos para segurar o dinheiro. Uma mulher fez cara de nojo ao vê-lo se aproximar. Cam fingiu não ver.
Atrás deles, escondida no meio das árvores, estava Marie. Os cabelos louros esvoaçavam com o vento forte daquela manhã de domingo. Alguns fios passaram por seu rosto e grudaram nos lábios cheios de brilho labial. Marie tirou-os dali, impaciente. Ela não podia tirar os olhos do garoto de cabelos escuros.
Cam sentiu que alguém o observava, mas não quis ver quem era. Seu sexto sentido lhe dizia para agir normalmente, mas ele queria muito ver quem o observava tanto.
— Um pastel, por favor. De frango. — Cam disfarçou e olhou para trás. Não viu ninguém.
Cam pegou seu pastel e saiu, misturando-se novamente à multidão. Enquanto saboreava, sentiu novamente que alguém o observava, mas quando olhava para trás não via ninguém.
Enquanto caminhava, Cam esbarrou em alguém — uma garota. Ele tentou não sorrir ao ver como ela parecia insegura. Seu lado machista adorou isso.
— Me desculpe, eu sou mesmo desastrada. Sou Marie.
— Cam. — ele estendeu a mão para ela, mas quando Marie foi retribuir o cumprimento, Cam usou a mão para tirar uma mecha de cabelo do rosto dela.
— Olá, Cam. Você é novo por aqui? Eu nunca te vi.
— Talvez não tenha notado antes.
— Eu reconheceria um rosto como o seu, acredite.
Algo no interior de Cam reconheceu isso como um flerte e ele gostou disso.
— Você quer? — Cam ofereceu-lhe o pastel, sem saber o que fazer. Fazia tempo que ninguém flertava com ele.
Marie deu um sorriso para si mesma mentalmente. Essa será fácil, pensou.
— Na verdade, eu quero te convidar para uma volta.
Cam não sabia se aceitava ou bancava o difícil. Decidiu por aceitar, afinal uma garota bonita não é direta assim sempre.
— Vamos lá, então.
Cam e Marie caminharam por entre a multidão; ele era ignorado pelas pessoas, mas Marie era a atração principal: todos olhavam para ela, o que deixava Cam orgulhoso de estar com ela e Marie convencida.
Cam estava cada vez mais atendo ao perigo — se descobrissem onde ele estava, seu disfarce já era. Embora Cam duvidasse que fossem achá-lo no meio de tanta gente.
Mas ele não sabia que, não muito longe dali, um policial disfarçado comunicava-se pelo walk-talk com seu colega.
— Você veio do Canadá, certo?
— Como sabe? — Cam olhou para ela, espantado. Ninguém nunca adivinhara isso tão de cara.
— Palpite. – ela sorriu. Por dentro, Marie sentia-se vitoriosa.
Cam tentou ignorar quando seus olhos mudaram de verdes para escarlates.
— Você me parece acertar sempre.
— No geral, sim. As pessoas costumam ser meio óbvias e demonstram sinais que revelam sua personalidade.
— Então algo em mim me mostra canadense?
Marie abriu a boca para responder, mas nenhum som saiu; policiais cercaram o quarteirão, impedindo Marie de pensar na resposta. Ela apenas segurou a mão de Cam e puxou-o pela multidão.
— O que está fazendo? — perguntou ele, confuso.
— Você confia em mim?
Ele confiava? Se conheciam há apenas alguns minutos. Mas o medo de Cam era tanto que ele segurou firme em Marie e acompanhou-a até uma casa não muito longe dali.
— Pronto. — ela ofegou, colocando a mão no peito — Agora estamos seguros.
— Certeza? — perguntou Cam, sorrindo com a vitória. — Como sabe que estamos seguros? Talvez os policiais não sejam o perigo.
— Eles são, acredite.
— Como sabe que eu não sou perigoso?
— Digamos que eu leio mentes. — Marie sorriu, angelical. — E sei que o perigo não é você.
— É isso aí. — uma terceira voz disse, vindo das sombras. — E é por isso que ela te trouxe para mim.
Um garoto de dezessete anos no máximo saiu das sombras. Cabelos negros e olhos incrivelmente azuis... que se tornaram vermelhos. Cam olhou para Marie, confuso, que sorriu, como se fosse inocente.
— O que você...? — Cam começou, mas não conseguiu terminar.
— Marie, boa garota. Esse parece apetitoso.
— Estão procurando por ele, ninguém vai notar se for encontrado morto.
— Essa é minha garota.
Após concluir a frase, o garoto inclinou-se rapidamente para Cam e rasgou-lhe o pescoço, sugando seu sangue e vida. O corpo flácido de Cam caiu nos pés do garoto, que olhou para Marie, satisfeito, lambeu os lábios e se aproximou dela.
— Minha garota. — ele passou a mão por seu rosto — Essa é a minha garota.
E se inclinou para beijá-la, com os lábios cheios de sangue.

dreams

(nota da autora: não é porque eu escrevo muito que meu português é lindo tá? u-u)

todo mundo sonha. isso é fato.
alguns nem se lembram de sonhos, porque têm mais de cinco sonhos por noite (eu sou assim é '-' fatos CONSTRANGEDORES provam isso... o @RubensCastroo que o diga -q)

enfim

nossos sonhos são uma coisa confusa. (descobrindo a América...)
gosto de pensar neles como um desejo não realizado que seu subconsciente manifesta enquanto você dorme (?)** e como situações realizadas ou não do dia-a-dia que você relembra... ou não é '-'


então é por isso e muito mais que você acorda sorrindo
rindo
chorando
aliviado
assustado
ou pensando QUE PORRA FOI ESSA?




(a maioria dos meus sonhos é tipo feliz vira triste vira confuso...
então...









XOXO


May

** ´é possível sonhar acordado, por isso a OBS

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Modinhas

(nota: eu não copiei o vídeo de Felipe Neto, ok? Tudo que fiz foi expressar minha própria opinião)

Eu nunca sei como começar um post.
(e isso já deu pra notar, mas é um começo)
Então...
MODINHAS. Palavra pra definir “gostos” em comum.
Gostos? Não sei se são exatamente gostos. Eu diria que é mais como “conhecer e julgar” algo.
Vamos citar como exemplo um livro muito bom e famoso (um dos meus preferidos, HAHA) Harry Potter. Quem é fã de verdade sabe que o livro não é IDÊNTICO (posers, vocês também deviam saber) ao filme. Obviamente, há coisas mais detalhadas no livro, que o torna mais perfeito (sem ser feminista) e tals. Então, nós fãs sabemos o que é amar algo e ver uma pessoa que nem ao menos conhece o básico (certo, pode até saber o básico) se achar o máximo por saber o nome dos personagens (exemplo: livro e filme) ou até mesmo achar que gosta de algo porque virou moda.
ISSO É UM PÉ NO SACO!
Pense bem, pessoas que são os “modistas” (não sei se tá certo): você vira fã de algo, se dedica com todo amor e carinho para vir um POSER e se tornar fã porque faz sucesso? AAAAAAH MORRAM (parei). Como Felipe Neto disse, se você é fã de algo por causa do sucesso disso, VOCÊ É UM IDIOTA!
E agora, a mais nova modinha é querer ser um escritor!
Fala sério, galera! Poxa, nada contra vocês, pessoas que amam de paixão e tudo mais (não quero julgar o talento de ninguém), mas agora se você gosta de um livro, você quer ser escritor porque gostou dele! E o pior é que há pessoas que realmente só querem “copiar” estórias que já existem.
(se você tá me odiando agora, clique em fechar ou não, comente e seja feliz)
Vou parando por aqui antes que me odeiem mais –q

XOXO

M!
(twitter; @mayla_marques

Amigas virtuais (:

(nota: eu poderia fazer um vídeo sobre isso, eu sei, mas como essa não é minha praia – e certamente alguém iria me atrapalhar ou sei lá – então... ah, e que fique claro que eu fiz o texto SOZINHA, tá? Se ficou parecido com algo que você já viu ou fez, me desculpe, mas não copiei de ninguém. Quando copio, eu falo)

Amigas, ah, amigas! Eu poderia citar muitas delas, mas não sei se há espaço (ou talvez a minha memória esqueça algumas e depois vão querer me matar, então...) ou paciência de alguém que estiver lendo (ou não) e não vou falar de todas. (amigas que estiverem lendo: OOOOOOOOI *-* eu amo todas vocês!)
Continuando, há várias amigas... ou colegas... mas prefiro considerá-las amigas... que encontramos no decorrer da vida. Algumas ficam, outras não, mas todas permanecem em nosso coração e memória. Algumas marcam mais que outras e ficam com você até o fim; outras te decepcionam, mas você ainda as leva por onde for. (o que deve ser a mesma coisa, apesar de não ser intencional)
E existe um grupo especial de amigas: as virtuais. (aviso: se você discorda de mim, essa é a hora para fechar a janela e desistir de ler. Ou terminar sua leitura e ver se ainda discorda) Sim, temos amigas virtuais, apesar de alguns discordarem; eu achei uma de minhas melhores amigas na internet (sim, Gêmea, agora eu tô falando de você! se quiserem segui-la, @SERubini e quem não tem twitter, bom, lamento –q) e vou citar duas delas (amigas, quero dizer) aqui nesse pequeno texto.
Minha primeira amiga virtual que eu trouxe do fake (todos sabem o que é fake, né?) para o OFF foi a Juliana Kumada (que também tem um blog e tals) que quase não mantenho muito contato (bem-vindo à minha vida!) mas ainda amo ela *-*
Depois veio algumas e tals, mas a que mais marcou foi a Letícia (@leeticiaalvees) que conheci no dia 7 de setembro de 2009 (putz, que memória boa –q) e a Gêmea (@SERubini)
Tirando a @Biia_sanz é claro.
Mas voltando à mensagem do post...
Amigas virtuais são aquelas que você confia tipo um dia depois de conhecer e que já sente que é especial; você pensa nelas o tempo todo, sem perceber, e acha que pode confiar mais nelas que suas amigas que moram perto; você sente dor de pensar em quão longe (ou não, vai saber) elas estão e quer vê-las mais que tudo. E embora digam que não se pode confiar nelas, você tem certeza de que elas são confiáveis e sinceras quando conversam contigo.
É isso, amigas virtuais são incrivelmente incríveis (boiei)

XOXO

(sigam-me no twitter: @mayla_marques)

PS: minha mãe acha que minhas amigas virtuais são travecos

PPS: obrigada por lerem e quem quiser o blog da Jubs , tá ali do lado (Kumada Juliana (: