sexta-feira, 29 de abril de 2011

#fisolofando -q

(obs: não precisa dizer que eu escrevi errado o título -q foi proposital)

oi galera Õ/
(momento de propaganda: enquanto escrevo isso, falo com @NayahJonas e @Biia_sanz aproveitam e sigam elas -q /calei u_u e me sigam *u* @mayla_marques)

voltando ao assunto...

estive pensando (novidade...), atualmente, damos mais valores a coisas que nao temos e esquecemos das maravilhas que temos #wtf?
(sim, no começo eu também boiei... e boiaria se estivesse lendo hm.)
vou explicar (#ounão -qqq)

as vezes, (ou sempre) nos focamos em uma pessoa (não exatamente aquela que você se apaixona, tipo pode ser uma pessoa superpopular etc) e tentamos de tudo para "conquistar" sua atenção, amizade etc.
mas não percebemos que temos amigos maravilhosos a nossa volta enquanto nos focamos em pessoas que talvez não mereça nossa... hã, dedicação total (pra você ! -q /vouparar)
#eujáfizisso
o mesmo para alguém que você ama. as vezes, se foca tanto em ficar com aquela pessoa (que pode ser totalmente diferente do que você imaginava) que não percebe outra pessoa maravilhosa amando você! #eujáfizisso '-'
/confissionário,oi -q

e isso também funciona com a internet, sabia? AUSHUAHS ' séeerio, funciona
(mas não vou citar u_u isso ja é muito empenho)
[roubei a frase da @HEYamands *-*]
{meu blog tá virando propaganda de twitters ! --' }


(e o fato é que também falamos mais com amigos virtuais do que os amigos da escola ! ou então falamos pelo TWITTER com os amigos da escola e não na escola #wtf? #boiei


mensagem transmitida, adeuzinho -q
:*

para refletir
(peguei o texto duma comunidade do Orkut e vou deixar aqui *-*)


Um garoto de verdade não vai se importar com o tamanho do seu sutiã, com a grossura das tuas coxas, se você tem bunda grande, e nenhum sinal de barriga. Um garoto de verdade vai reparar no teu sorriso, no modo como você coloca o cabelo para trás da orelha quando está nervosa, na tua risada, no modo em que seus lábios se movem enquanto você fala, no teu jeito histérico ao ver um filme de terror, no teu jeito estranho de correr, nas tuas manias, nos teus gestos exagerados e na forma como você pronuncia o nome dele. Um garoto de verdade vai te amar pelo teu conteúdo, e não pela embalagem


XOXO -

segunda-feira, 11 de abril de 2011

só mais um texto -q

Era meia-noite, uma sexta-feira 13; os cães uivavam para a lua cheia e sombria, os ventos sopravam com tanta violência que cortavam os rostos de quem passasse. O castelo do grande Sebastian Drake era o único ponto visível na escuridão.
Segurando uma taça de líquido escarlate, o anfitrião observava a noite das enormes janelas de sua sala comunal. A lareira estava acesa, permitindo que Drake ficasse aquecido, apesar da noite fria. Mesmo com seus trajes, Sebastian Drake sentia um frio inquieto; o vento batia desagradavelmente em sua face.
- Mestre?
Drake se virou, surpreso. Seu mordomo humano estava curvado em uma ligeira reverência, as mãos para trás. Drake sentiu-se incomodado por não perceber sua chegada, pois nunca se distraíra antes. Talvez fosse culpa da quietude da noite.
O mordomo pigarreou, obviamente querendo a atenção do patrão. Drake ergueu os olhos para ele, sem o menor sinal de irritação no olhar, e o mordomo continuou:
- Tem um sujeito lá fora pedindo abrigo, senhor. Ele diz que está viajando e precisa de um lugar para passar a noite, que aparenta ser perigosa.
- Mande-o entrar. – respondeu calmamente Drake, bebendo o líquido escarlate, deliciando-se com o sabor explodindo em sua boca. – E providencie um quarto para o sujeito. Não é sempre que temos visitas, não é?
- O sujeito é estrangeiro, mestre, não conhece sua... fama.
- E me é vantajoso que ele não a conheça.
Dizendo isso, Sebastian Drake jogou a taça na lareira e se inclinou para a janela, aspirando o ar lentamente, sentindo os diferentes aromas que emanavam da noite sombria. Lambeu os lábios, a língua roçando levemente nos caninos. Da janela, podia ver o sujeito que o mordomo descrevera: esguio, vestido a rigor, carregava uma maleta e uma bengala, elegantemente. Drake pode sentir seu cheiro – lembrava-lhe de pinheiros e grama molhada. O sujeito adentrou no castelo e Drake sorriu com satisfação.
Continuou inclinado à janela até que o sujeito se anunciasse, e, quando ele o fez, Drake fingiu estar distraído com algo lá fora para não olhar momentaneamente para o seu hóspede. Olhando mais de perto, ele pôde notar um traço de feições italianas no hóspede e algumas rugas que apareciam em seus olhos, mas eram invisíveis a olhos humanos.
Mas Sebastian Drake estava longe de ser humano.
- Mestre, esse é Alexander, o nosso hóspede dessa noite. – anunciou o mordomo, não sem antes fazer uma reverência.
- Muito bom, James, deixe-nos a sós. – Drake fez um aceno com a mão, indicando ao mordomo que se retirasse.
Alexander, o sujeito, permaneceu calado durante os primeiros minutos, mas pareceu reparar no anfitrião quando este lhe disse:
- Gostaria de algo para comer?
- Seria... bom. – Alexander engoliu em seco, aparentemente assustado.
Drake deu-lhe um sorriso divertido e assustador, vendo o pomo de adão de Alexander subir e descer. Enfiando as mãos nos bolsos das vestes, Sebastian Drake acompanhou seu hóspede até o salão de jantar, onde sentaram-se à enorme e elegante mesa. Inquieto, Alexander observava o estranho comportamento de seu anfitrião, que nem sequer tocava no alimento elegantemente servido à mesa. Alexander tentou não mostrar como isso o incomodava e terminou sua refeição rapidamente, nervoso para chegar ao seu aposento.
- Se me permite, eu gostaria de me retirar. – Alexander agradeceu mentalmente por sua voz não falhar. – A comida estava ótima. – completou, ansioso.
- Não tanto quanto a minha estará. – Drake sorriu novamente, maquiavélico.
- Perdão? – Alexander franziu o cenho, não compreendendo palavra alguma.
Drake apenas riu e se levantou da cadeira, deslocando-se para o lado do hóspede em questão de segundos e segurando-o pelo braço. Seus caninos brilharam quando ele sorriu, o que deu a Alexander total compreensão, embora parecesse remotamente absurda.
- Você... você é...
- Sim. – respondeu Drake, abaixando-se lentamente para o hóspede, roçando os caninos em seu pescoço. – Lamento demorar a descobrir a verdade.
Cravou os dentes no pescoço de Alexander, sugando-lhe seu sangue e observando a vida deixar seus olhos. O corpo caiu, flácido, nos braços de Sebastian Drake, que carregou-o até o peitoril da janela, arremessando-o para o jardim de seu castelo.
- James?
- Sim, mestre?
- Cuide para que não encontrem seu corpo. Eu vou me deitar.
E, limpando os lábios com as costas da mão, Sebastian Drake se retirou.